O Netflix, serviço de filmes e programas via
internet, de baixo custo, retomou ontem sua trajetória de principal
ameaça à televisão.
Com a divulgação do balanço do primeiro
trimestre, suas ações voltaram a ser negociadas em Nova York acima
de US$ 200 – pela primeira vez desde 2011 – quando sofreu uma
crise de confiança junto aos assinantes.
No balanço, o Netflix informou ter aumentado em 2
milhões o número de assinantes nos Estados Unidos, totalizando 29,2
milhões.
Segundo analistas do setor ouvidos por "Variety"
e "New York Times", o Netflix conseguiu superar a liderança
da HBO, serviço de filmes e programas via TV paga, por cerca de 500
mil assinantes.
Os dados de audiência global são aproximados e
indicam quase 36 milhões de assinantes digitais que assistiram a um
total de 4 bilhões de horas de programação via internet, no
primeiro trimestre de 2013.
No Brasil, o Netflix se revela um investimento
interessante para as famílias, considerando a lista de filmes
oferecidos e os valores cobrados.
Muitas vezes o filme não é assistido em função
do título e do valor da locação do DVD ou de compra na TV a cabo.
No entanto, considerando o valor mensal da
assinatura do Netflix de R$ 17 e a locação de um DVD, em média, de
R$ 8 ou a compra de um filme na TV a cabo de R$ 10, a relação
custo/benefício é excelente.
É possível degustar o serviço do Netflix por um
mês gratuitamente.
Confira!

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