Diferentemente da
primeira etapa da obra, esta segunda é mais simples e compreende o
acesso do Estádio da Ressacada até o novo terminal.
O único impasse
refere-se a área de restinga localizada no trecho, a qual depende de
autorização judicial para ser liberada.
Segundo Alexandre
Waltrick, procurador jurídico da Fatma, existe uma liminar que
proibe o corte de restinga em Florianópolis. Uma consulta já foi
protocolada para saber se a decisão abrange também para obras de
interesse público.
Este assunto já foi matéria do blog no post: Pitos - Obras na Capital.
O tema é polêmico e
não é a primeira vez que a população da Capital enfrenta
problemas relacionados à liberação de obras de infraestrutura, em
função das inúmeras Áreas de Preservação Permanente existentes
na Ilha.
Inclusive, o
projeto de construção da Via Expressa Sul, que dá acesso ao
Aeroporto e ao Sul da Ilha, na época, foi alterado para a via terminasse na altura do Elevado da
Seta, a fim de preservar o mangue existente no local.
Preservar a natureza é
necessário e fundamental, mas a dúvida é: até que ponto obras
essenciais à população devem ser proibidas em virtude das
restrições ambientais?

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